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| Foto: site Lancenet.com |
Toda a confusão começou após as articulações do Presidente da Federação Gaúcha de Futebol, Franscico Novelletto, e do Presidente da Federação de Futebol do Rio de Janeiro, Rubens Lopes, para impedir que o vice presidente da CBF, José Maria Marin, assumisse o cargo de Teixeira, caso ele renunciasse. Os aliados de Novelletto e de Lopes são os presidentes das federações da Bahia, do Paraná e de Santa Catarina.
Segundo o estatuto da CBF, Marin assumiria o cargo em caso de renuncia de Teixeira, por ser o mais velho dos cinco vices presidentes que a entidade tem. Mas o fator que mais pesa no contra ataque adversário é que junto com Marin, ex presidente da Federação Paulista de Futebol, assumiriam o comando da CBF os também paulistas, Marco Polo Del Nero e Andrés Sanchez.
Além do fato de ter só paulistas no comando da entidade, as federações opositoras acusam Teixeira de ter ameaçado cortar a ajuda de custa de quem se rebelasse. Vale lembrar que o mandato de Teixeira foi prorrogado até 2014 com anuência das federações futebolísticas estaduais.
Por enquanto, ou melhor, até o dia 29 deste mês, tudo continua como antes no quartel do Ricardão, e provavelmente permanecerá assim depois também, pois até lá ele terá tempo de barganhar sua permanência no cargo ou convencer a outros para a manutenção da mesmice teixeirana de cara nova.

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